A Franklin Templeton está a integrar o seu fundo de mercado monetário tokenizado BENJI na MoonPay Trade, a plataforma de execução onchain de nível institucional lançada no final de maio. A parceria permite que os utilizadores institucionais troquem de forma fluida entre stablecoins como USDC e USDT e BENJI — e abre o fundo a fluxos de trabalho onchain, incluindo gestão de tesouraria, provisão de liquidez, colateral e reequilíbrio de portfólio.
Por que é importante
A Franklin Templeton gere aproximadamente $1,74 trilhões em AUM e tem sido o gestor de ativos tradicional mais agressivo na corrida à tokenização: BENJI (FOBXX) foi o primeiro fundo mútuo registado nos EUA a operar numa blockchain pública em 2021. Esta integração com a MoonPay é a mais recente numa série de movimentos de distribuição — a empresa já estendeu o BENJI como colateral fora da bolsa na Binance, explorou a expansão de produtos tokenizados com a Payward, mãe da Kraken, e colaborou com a Ondo Finance para tokenizar um conjunto de ETFs. Cada novo portal aumenta a utilidade do fundo como infraestrutura de liquidez on-chain, em vez de um produto isolado. O acordo também é descrito como uma base para uma relação estratégica mais ampla, sinalizando mais integrações pela frente.
Impacto no mercado
Para o setor de ativos do mundo real tokenizados, o sinal é estrutural: um gestor de ativos de $1,74T está a ligar ativamente o seu produto tokenizado principal à infraestrutura que as instituições já utilizam para a liquidação de stablecoins. O acesso de API única da MoonPay Trade a mais de 200 blockchains, roteamento cross-chain e camada de conformidade remove a fricção que manteve a maioria das tesourarias institucionais à margem. Caroline Pham — ex-presidente interina da CFTC, agora CEO da MoonPay Institutional — chamou a isto um dos seus primeiros grandes movimentos, conferindo credibilidade regulatória ao impulso.
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