O SBI Group planeia lançar um serviço de empréstimo de stablecoin JPYSC já este mês, segundo o Nikkei. Os depositantes receberão um rendimento anual de 3% sobre o token indexado ao iene, com o programa estruturado como uma via de empréstimo e tomada de empréstimo, e não como um airdrop promocional.
Porque é importante
O SBI é um dos maiores conglomerados financeiros do Japão, com operações já ativas em banca, corretagem e cripto. Um credor regulado a oferecer 3% de rendimento sobre uma stablecoin em ienes cria um modelo que outros emitentes japoneses deverão copiar, e dá às tesourarias empresariais uma alternativa doméstica a manter ienes em contas sem juros. O rendimento em si é um chamariz comercial, mas o sinal mais relevante está na infraestrutura: formaliza o empréstimo de stablecoins dentro de um grupo japonês plenamente supervisionado, não num protocolo DeFi.
Impacto no mercado
A JPYC e stablecoins semelhantes em ienes ficaram muito atrás da USDT e da USDC em circulação, em parte porque não havia um produto nativo de rendimento onde as instituições as pudessem aplicar. A taxa de 3% do SBI fica abaixo da maioria das alternativas japonesas de mercado monetário, o que significa que empresas com saldos em ienes passam a ter uma razão para mover liquidez para on-chain. Importa observar se outros bancos e corretoras japoneses avançam com produtos concorrentes, e se a taxa de 3% se mantém à medida que o programa ganha escala.
Perguntas frequentes
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O que é o empréstimo de stablecoin JPYSC?
O SBI Group planeia um serviço de empréstimo em que os utilizadores depositam JPYSC, uma stablecoin indexada ao iene, e recebem 3% ao ano, numa estrutura de empréstimo e tomada de empréstimo, não uma promoção pontual.
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Porque é que o rendimento de 3% é relevante para as empresas japonesas?
Fica abaixo da maioria das alternativas japonesas de mercado monetário, dando às tesourarias empresariais uma alternativa doméstica a manter ienes em contas sem juros.
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Como difere isto dos empréstimos de stablecoins em DeFi?
O serviço opera através do SBI, um conglomerado japonês regulado que abrange banca, corretagem e cripto, formalizando o empréstimo de stablecoins dentro de um grupo financeiro supervisionado, e não num protocolo sem permissões.
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O que pode isto significar para a adoção de stablecoins em ienes?
A JPYC e tokens semelhantes em ienes ficaram atrás da USDT e da USDC em parte por não haver um produto nativo de rendimento. A oferta do SBI pode atrair saldos empresariais em ienes para on-chain e pressionar USDT e USDC no corredor japonês.
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O que devem os investidores observar a seguir?
Se outros bancos e corretoras japoneses avançam com produtos concorrentes, e se a taxa de 3% se mantém à medida que o programa ganha escala.
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