O Bitcoin fechou a semana passada acima da média móvel exponencial de 200 semanas, após ter brevemente atingido o mínimo de fevereiro, um desenvolvimento técnico que inclina ligeiramente as probabilidades para um fundo em junho — embora o analista que apresenta esta visão seja o primeiro a chamá-la de "especulação duvidosa".
Por que é importante
O paralelo estrutural traçado é com 2018 e 2022, ambos os anos em que o Bitcoin registou um mínimo em fevereiro, subiu em maio e depois apresentou um mínimo mais profundo em meados de junho, antes de um movimento de contra-tendência em julho que levou o preço de volta à faixa de resistência do mercado em baixa. Em 2026, o mesmo arco de fevereiro a maio ocorreu. A questão em aberto é se a atual vela de junho — descendo para cerca de $59K — é o mínimo do ciclo para o mês, ou se uma nova queda em meados ou final de junho ainda está por vir, como aconteceu nos dois anos análogos anteriores.
Impacto no mercado
A manutenção da EMA de 200 semanas é o único ponto de dados mais importante a curto prazo: se o Bitcoin conseguir defender esse nível por um segundo fechamento semanal consecutivo, a probabilidade de um rali de contra-tendência em julho aumenta materialmente. No entanto, mesmo que o mínimo de junho seja confirmado, o analista espera que a volatilidade se comprima durante o verão — qualquer rali provavelmente visaria a faixa de resistência do mercado em baixa, em vez de sinalizar uma reversão de tendência. Um mínimo final do ciclo no Q4 continua a ser o caso base, com a acumulação DCA na segunda metade do ano citada como a estratégia historicamente mais eficaz em comparação com tentativas de cronometrar o curto prazo.