O Bitcoin não conseguiu alcançar novos máximos históricos, apesar de o S&P 500 ter repetidamente estabelecido recordes no mesmo período — uma divergência que os analistas alertam ser um sinal de aviso estrutural. Com o S&P agora a acumular sete a oito semanas consecutivas de ganhos, a probabilidade de pelo menos uma leve correção está a aumentar, e a posição atrasada do BTC significa que pode absorver o impacto de forma desproporcional.
A dinâmica espelha um padrão familiar do mercado de altcoins: quando o Bitcoin sobe, ele eleva as altcoins, mas quando cai, as altcoins são esmagadas com mais força. Essa mesma relação agora parece aplicar-se um nível acima na curva de risco — o próprio Bitcoin desempenha o papel do ativo de maior beta em relação às ações. Numa movimentação de aversão ao risco, o BTC tende a ser mais afetado do que o S&P, e não menos.
Para os investidores que compraram altcoins em 2023, 2024 ou 2025, a experiência tem sido uma lenta hemorragia em direção à dominância do Bitcoin.