O Bitcoin passou 310 dias consecutivos abaixo da sua média móvel de 360 dias antes de recuperar esse nível, num padrão que o cenário de alta compara com o fim dos dois últimos mercados bear. A análise aponta também para um cruzamento técnico de alta que poderá anteceder uma valorização de 30%, levando potencialmente o BTC acima dos 100.000 dólares até ao final do ano.
Porque é importante
O caso vai além dos sinais gráficos. A Franklin Templeton, a Fidelity e outras instituições descreveram o mercado cripto como estando num mercado de alta, enquanto os fluxos dos ETFs de Bitcoin se tornaram positivos desde o início do ano. Essa combinação aponta para uma melhoria da procura institucional, e não apenas para um movimento impulsionado pelo retalho.
Impacto no mercado
As criptomoedas também superaram outros ativos macroeconómicos no terceiro trimestre, apesar de uma Fed de linha dura, dos preços mais elevados do petróleo, da subida das yields das obrigações globais e de condições financeiras mais restritivas. A tese de alta depende da continuidade dessa força relativa. O objetivo de 30% e o calendário do ciclo de quatro anos continuam a ser projeções, não garantias.
Perguntas frequentes
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Que nível técnico recuperou o Bitcoin?
O Bitcoin recuperou a sua média móvel de 360 dias após passar 310 dias consecutivos abaixo dela.
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Que valorização sugere a configuração técnica de alta?
A análise aponta para uma potencial valorização de 30%, que poderá levar o BTC acima dos 100.000 dólares até ao final do ano.
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Que instituições apoiam a visão de um mercado em alta?
A Franklin Templeton, a Fidelity e outras instituições descreveram o mercado cripto como estando num mercado de alta.
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O que indicam os fluxos dos ETFs de Bitcoin nesta análise?
Os fluxos dos ETFs de Bitcoin tornaram-se positivos desde o início do ano, o que o cenário de alta interpreta como um sinal de melhoria da procura institucional.
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Porque é significativa a evolução das criptomoedas no terceiro trimestre?
As criptomoedas superaram outros ativos macroeconómicos apesar de uma Fed de linha dura, dos preços mais altos do petróleo, da subida das yields das obrigações e de condições financeiras mais restritivas.