A carregar preços…
🔥BULLISH

Clarity Act avança no Congresso com escudo ao consumidor

Quatro anos após a FTX, o projeto obrigaria as bolsas, corretores, dealers e custodiantes de cripto nos EUA a registarem-se sob regras federais sobre custódia, segregação e divulgação.

Clarity Act avança no Congresso com escudo ao consumidor
Clarity Act avança no Congresso com escudo ao consumidor
Clarity Act avança no Congresso com escudo ao consumidor
Clarity Act avança no Congresso com escudo ao consumidor

Summer Mersinger, CEO da Blockchain Association, defende a vertente de proteção do consumidor do Clarity Act numa nova coluna, argumentando que o projeto é o esforço de salvaguarda mais importante em anos para utilizadores de ativos digitais. Quase quatro anos depois de o colapso da FTX ter exposto o custo de operar sem regras federais claras, a lei exigiria que plataformas centralizadas, corretores, dealers e custodiantes se registassem e cumprissem normas sobre custódia, segregação, divulgação, integridade de mercado, conflitos de interesses, prevenção de fraude e tratamento dos bens dos clientes em falência.

Porque importa

Mersinger, antiga reguladora financeira, enquadra o projeto primeiro como legislação de proteção do consumidor e só depois como lei de estrutura de mercado. A lei exigiria divulgações em linguagem simples sobre tecnologia, governação, atividade de negociação, volatilidade, incentivos e conflitos antes de os utilizadores colocarem dinheiro em risco. Aplicaria obrigações da Bank Secrecy Act a bolsas, corretores e dealers de commodities digitais, criaria um enquadramento federal para quiosques de ativos digitais e daria às empresas um caminho mais claro para abrandar transações suspeitas a pedido das autoridades.

Impacto no mercado

Para plataformas institucionais e de retalho que servem clientes dos EUA, o projeto substituiria o atual mosaico por obrigações federais executáveis sobre registo, capital, gestão de risco, manutenção de registos e conduta. As regras de custódia e segregação responderiam à questão que a FTX deixou em aberto: quem é, de facto, dono dos ativos no balanço de uma plataforma, e o que lhes acontece em caso de insolvência? A aprovação do projeto formalizaria o mercado; a sua rejeição deixaria os consumidores expostos às mesmas lacunas que já lhes custaram caro.

Tokens relacionados
$BTC

Perguntas frequentes

  1. O que é o Clarity Act?

    É uma proposta de legislação federal dos EUA que exigiria que plataformas centralizadas de ativos digitais, corretores, dealers e custodiantes se registassem e cumprissem normas sobre custódia, segregação, divulgação, integridade de mercado, conflitos de interesses, prevenção de fraude e tratamento dos bens dos…

  2. Quem escreveu a coluna a favor do projeto?

    Summer Mersinger, CEO da Blockchain Association e antiga reguladora financeira, publicou o artigo de opinião que defende o Clarity Act como medida de proteção do consumidor.

  3. Como protegeria o projeto os consumidores após a falência de uma plataforma?

    Exigiria que intermediários registados mantivessem os ativos dos clientes segregados, limitassem o uso indevido dos bens dos clientes e definissem um tratamento mais claro desses ativos em insolvência, para que os utilizadores saibam onde está a sua propriedade antes de qualquer processo de falência.

  4. Que regras de divulgação imporia a lei?

    Intermediários registados de ativos digitais teriam de fornecer divulgações em linguagem simples sobre tecnologia, governação, atividade de negociação, volatilidade, incentivos, conflitos de interesses e outros riscos materiais antes de os utilizadores aplicarem fundos.

  5. Porque é o projeto apresentado como proteção do consumidor e não como estrutura de mercado?

    Mersinger argumenta que a estrutura de mercado é a arquitetura jurídica que determina quem supervisiona quem e o que as empresas devem aos clientes. A leitura de proteção do consumidor é que essa arquitetura decide se os utilizadores de retalho recebem salvaguardas básicas ou pagam o preço quando uma plataforma falha.

Atribuição da fonte
Agregado de CoinDesk · Verificado · Última atualização há 1h
Abrir original →