O Senado Banking aprovou a Lei CLARITY por 15-9 a 14 de Maio, e a Casa Branca está agora a apontar para uma assinatura a 4 de Julho — mas a matemática no chão é implacável. Os republicanos detêm 53 lugares no Senado; a cláusula de encerramento requer 60, o que significa que o projeto precisa de pelo menos 7 votos democratas ou independentes. Apenas dois senadores democratas, Ruben Gallego e Angela Alsobrooks, o apoiaram na comissão, deixando mais cinco votos ainda necessários.
Três linhas de falha ameaçam reter esses votos: o pessoal democrata diz que as disposições de AML deixam lacunas de financiamento ilícito em torno de sanções e misturadores; as exigências éticas proibiriam oficiais políticos de lucrar com empreendimentos de cripto que ajudam a moldar; e os grupos comerciais bancários alertam que a linguagem de recompensas de stablecoin poderia retirar depósitos de credores comunitários — dando aos democratas reticentes uma justificativa de finanças convencionais além das objeções de AML e ética.
A pressão do calendário é real.