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Cripto Top 100: Só 41 projetos de 2021 sobrevivem

A coorte de 2021 é até agora a experiência natural mais clara sobre sobrevivência de altcoins, e as 13 mortes diretas mais os 46 projetos fora do top 100 fixam a base para todas as teses de repetição de ciclo.

Dos 100 maiores criptoativos por capitalização de mercado em 2021, só 41 projetos continuam hoje nessa lista. Outros 46 ainda estão ativos, mas caíram do ranking, enquanto 13 são considerados mortos. A contagem, divulgada via Cryptorank, enquadra a coorte de 2021 como a experiência natural mais limpa sobre sobrevivência de altcoins que o mercado produziu.

Porque importa

Cada ciclo gera um backtest do tipo "e se tivéssemos mantido o cabaz", mas a lista de 2021 é a primeira em que a maioria dos constituintes já assentou num equilíbrio pós-hype. Os 41 sobreviventes carregam a estrutura de mercado a que a maioria dos investidores se refere quando fala do "top 100". Os 46 projetos ativos que caíram são a coorte mais difícil de interpretar: cada um continua a lançar código, continua cotado algures, mas já não tem free float suficiente para permanecer no índice. As 13 mortes diretas são os dados mais limpos, nomes que o retalho antes de 2024 via como líderes setoriais e que hoje são intradáveis ou quase.

Impacto no mercado

A leitura não é que o top 100 de 2021 tenha tido mau desempenho. É que o próprio top 100 é uma estrutura muito mais estável do que a sua composição sugere. Investidores que tratam o índice como um cabaz móvel de projetos fortes vão subestimar a rotatividade; investidores que escolhem nomes isolados dessa época estão, em grande parte, a escolher de uma população em que as taxas-base são discretamente fracas. O conjunto de dados da Cryptorank passa a ser a referência-padrão para todas as teses de repetição de ciclo daqui em diante.

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Perguntas frequentes

  1. Quantos criptoativos do top 100 de 2021 continuam na lista?

    41 dos 100 maiores originais por capitalização de mercado continuam hoje na lista. Outros 46 ainda estão ativos mas caíram do ranking, e 13 são considerados mortos.

  2. Porque é que a coorte de 2021 é usada como referência de sobrevivência?

    É a primeira coorte do top 100 em que a maioria dos projetos assentou num equilíbrio pós-hype, tornando-a a experiência natural mais limpa sobre sobrevivência de altcoins que o mercado produziu.

  3. O que torna os 46 projetos ativos que caíram mais difíceis de interpretar do que os 13 mortos?

    Os projetos mortos dão um sinal claro, enquanto os ativos que caíram continuam a lançar código e a estar cotados em plataformas, mas já não têm free float suficiente para permanecer no índice, esbatendo a linha entre vivo e abandonado.

  4. Qual é a conclusão de taxa-base para investidores que escolhem nomes de 2021?

    As taxas-base são discretamente fracas nessa população. As escolhas de nomes isolados da coorte de 2021 vêm de um grupo em que a maioria saiu do índice ou morreu diretamente.

  5. De onde vem o conjunto de dados subjacente?

    Os números de sobrevivência vêm do conjunto de dados público da Cryptorank sobre rankings históricos do top 100 por capitalização de mercado.

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Agregado de Crypto Rank News · Verificado · Última atualização há 1h
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