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Ground angaria 3,6M para levar rendimento onchain às fintechs

Uma camada de API furtiva posiciona-se entre fintechs e protocolos DeFi, permitindo que carteiras e gestores de ativos ofereçam produtos de rendimento sem construírem a sua própria infraestrutura onchain.

A Ground, startup fundada por um dos co-fundadores da Superstate, angariou 3,6 milhões de dólares numa ronda pre-seed co-liderada pela Bain Capital Crypto e pela ParaFi, ao sair do modo stealth.

A empresa vende uma API que permite a fintechs e gestores de ativos integrarem produtos de rendimento onchain nas suas aplicações existentes, contornando a necessidade de construir e manter as suas próprias integrações com blockchain. Este posicionamento ocupa um nicho que tem estado discretamente ativo: à medida que mais players da finança tradicional procuram exposição a retornos nativos de DeFi, o custo de integração tornou-se o estrangulamento, mais do que os protocolos subjacentes.

Por que razão importa

A Bain Capital Crypto co-liderar uma pre-seed é um sinal relevante. O fundo costuma investir a partir da Serie A, e a sua presença aqui sugere a convicção de que a camada de abstração, e não a fonte de rendimento em si, é onde a margem se acumula à medida que mais fintechs se conectam.

Impacto no mercado

A aposta espelha um padrão mais amplo: wrappers API-first que permitem à finança estabelecida e às fintechs chegarem aos trilhos das cripto sem contratarem uma equipa completa de engenharia onchain. Se o desenho da Ground se sustentar, a próxima vaga de produtos fintech com rendimento pode nunca chegar a expor a palavra "blockchain" aos seus utilizadores finais.

Perguntas frequentes

  1. O que faz, na prática, a Ground?

    A Ground vende uma API que permite a fintechs e gestores de ativos adicionarem produtos de rendimento onchain às suas aplicações existentes, eliminando a necessidade de construírem as suas próprias integrações de blockchain.

  2. Quem liderou a ronda pre-seed de 3,6 milhões de dólares?

    A ronda foi co-liderada pela Bain Capital Crypto e pela ParaFi, com a Ground a sair do modo stealth no momento do anúncio.

  3. Quem fundou a Ground?

    A Ground foi fundada por um co-fundador da Superstate, a empresa de fundos tokenizados.

  4. Por que razão é notável o envolvimento da Bain Capital Crypto numa pre-seed?

    A Bain Capital Crypto costuma investir a partir da Serie A, pelo que co-liderar uma pre-seed sinaliza uma convicção forte na tese da camada de abstração que a Ground vende.

  5. Como se insere a Ground na tendência mais ampla fintech-para-cripto?

    A Ground integra uma vaga crescente de infraestrutura API-first que permite à finança tradicional e às fintechs acederem aos trilhos cripto sem construírem equipas internas de engenharia onchain.

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Agregado de TheBlock · Verificado · Última atualização há 2h
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