A IA Copilot da Microsoft projeta que o XRP atinja entre $3 e $4 até ao final de junho de 2026, subindo de um preço atual de $1,26, ancorado em dois catalisadores já em movimento: o retorno dos fluxos de ETF à medida que as instituições reentram nos mercados de criptomoedas, e a Lei CLARITY que proporciona a tão esperada certeza regulatória nos EUA. A Lei CLARITY foi aprovada pelo Comitê Bancário do Senado com 15 votos a favor e 9 contra em maio, com um objetivo de 4 de julho na Casa Branca — dando à previsão um prazo legislativo fixo em vez de um horizonte indefinido.
Por que isso é importante
O caso otimista da Copilot é deliberadamente simples. Em vez de empilhar cinco ou seis variáveis, o modelo reduz a tese a uma resposta de demanda em duas camadas: as instituições movem-se primeiro à medida que os fluxos de ETF se tornam positivos e a clareza regulatória abre a porta, depois o retalho segue uma vez que o peso legal que suprimia a participação durante anos seja levantado. Essa sequência — o capital institucional liderando, a confiança do retalho seguindo — é o mecanismo que a Copilot identifica como a ponte de $1,26 para $3.
O caso pessimista é contido. Se a demanda por ETFs não corresponder às expectativas ou se a Lei CLARITY se mostrar menos impactante do que o mercado está a precificar, a Copilot vê o XRP a consolidar entre $1,00 e $1,50 — uma luta, não um colapso. Dadas as atuais estimativas de probabilidade sobre a aprovação da CLARITY, a Copilot enquadra isso como o resultado minoritário.
Impacto no mercado
A imagem do gráfico é mais cautelosa. O XRP fechou a semana a $1,2588, em queda de 5,42%, testando a zona de suporte que se mantém desde fevereiro. O nível de $1,20 é o último suporte semanal significativo antes que o gráfico se abra para $0,80–$1,00. Um fechamento semanal abaixo de $1,20 constituiria uma quebra estrutural e forçaria uma reavaliação completa da tese de consolidação.