Mike Cagney, mais conhecido por co-fundar a SoFi, está a fazer uma segunda aposta na infraestrutura financeira — desta vez a direcionar-se para as camadas de liquidação e compensação que Wall Street tem utilizado em sistemas legados durante décadas. A tese: a blockchain pode substituir a canalização fragmentada e lenta que está por trás das finanças institucionais.
Este movimento encaixa-se num padrão mais amplo de fundadores de fintech a pivotar de empréstimos ao consumidor para infraestrutura B2B, onde as margens são mais altas e os custos de mudança são elevados. A liquidação baseada em blockchain promete uma finalização mais rápida, redução do risco de contraparte e uma única fonte de verdade entre os participantes — problemas que resistiram a soluções incrementais durante anos.
Nenhum detalhe sobre tokens ou parcerias específicas foi divulgado nesta fase, mas a direção sinaliza uma crescente convicção entre operadores de fintech sérios de que a camada institucional — e não a especulação de retalho — é onde se encontra a próxima durabilidade…
Perguntas frequentes
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Quais problemas específicos no back office de Wall Street Cagney pretende resolver com blockchain?
Cagney pretende abordar questões como sistemas fragmentados, tempos de processamento lentos e elevado risco de contraparte nas camadas de liquidação e compensação de Wall Street.
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Como a liquidação em blockchain difere dos métodos tradicionais na finança institucional?
A liquidação em blockchain oferece uma finalização mais rápida, risco de contraparte reduzido e uma fonte unificada de verdade, contrastando com as ineficiências dos sistemas legados.
CoinDesk