O Standard Chartered acordou a aquisição do negócio de custódia de criptoativos da Zodia Custody, a sua subsidiária maioritária, integrando a operação na infraestrutura de ativos digitais do próprio banco, noticiou a Bloomberg. O negócio põe fim à estrutura independente da Zodia e consolida a custódia institucional de ativos digitais sob a marca do banco.
Por que razão importa
O movimento encerra a estratégia plurianual do StanChart para internalizar a custódia institucional de criptoativos. O banco já tinha lançado a sua própria marca de custódia e obtido uma licença MiCA no Luxemburgo em 2025, abrindo caminho regulatório para servir clientes institucionais domiciliados na UE ao abrigo das regras harmonizadas de ativos digitais do bloco. A absorção da Zodia elimina uma camada societária autónoma e sinaliza que a custódia de criptoativos é hoje tratada como infraestrutura bancária central, e não como uma aposta lateral em fase de arranque.
Impacto no mercado
A decisão inverte o manual de 2023, quando vários grandes bancos destacaram ou estabeleceram parcerias em projetos de ativos digitais para gerir a exposição regulatória. O StanChart faz o oposto: traz a capacidade para dentro do balanço, num momento em que os bancos de primeiro escalão concorrem cada vez mais por mandatos institucionais de ativos digitais lado a lado com custodiantes especializados.
Perguntas frequentes
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O que está o Standard Chartered a fazer com a Zodia Custody?
O Standard Chartered acordou a aquisição do negócio de custódia de criptoativos da Zodia Custody, a sua subsidiária maioritária, integrando a operação na infraestrutura de ativos digitais do próprio banco, noticiou a Bloomberg.
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Porque é que o Standard Chartered está a absorver a Zodia Custody agora?
O movimento é o culminar da estratégia plurianual do banco para internalizar a custódia institucional de criptoativos, que incluiu o lançamento da sua própria marca de custódia e a obtenção de uma licença MiCA no Luxemburgo em 2025.
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O que é a Zodia Custody?
A Zodia Custody é uma empresa de custódia de ativos digitais maioritariamente detida pelo Standard Chartered, criada para servir clientes institucionais que negoceiam e detêm criptoativos.
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O que permite a licença MiCA do Luxemburgo ao StanChart?
A licença, obtida em 2025, permite ao StanChart servir clientes institucionais domiciliados na UE ao abrigo do regulamento harmonizado de Mercados em Criptoativos do bloco, oferecendo um enquadramento regulatório único entre os Estados-membros.
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Como se enquadra este negócio na tendência mais ampla da custódia institucional de criptoativos?
O StanChart traz a capacidade para dentro do balanço em vez de a destacar — o oposto do manual de 2023, quando vários grandes bancos separaram projetos de ativos digitais para gerir a exposição regulatória.
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