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Tether lança USDT nativo na Bitcoin via protocolo RGB

A Tether leva a maior stablecoin de volta à sua casa original de 2014, desta vez sobre as rails RGB com validação no cliente em vez do Omni, com a UTEXO a apontar para um lançamento em julho e a Lightning na reserva.

A Tether planeia emitir USDT nativamente na Bitcoin através do protocolo RGB v0.11.1, com a UTEXO a liderar o lançamento comercial. A implantação traz a maior stablecoin em cripto de volta à rede onde foi lançada pela primeira vez em 2014, originalmente como um ativo Omni-Mastercoin antes de migrar para a Ethereum e depois para a Tron.

Porque é que importa

O RGB é um protocolo de validação no lado do cliente que liquida o estado dos ativos off-chain ao mesmo tempo que ancora a propriedade nos UTXOs da Bitcoin. Comparado com a pegada on-chain do Omni ou com a emissão de USDT na Ethereum ou na Tron, as transações RGB podem circular entre endereços Bitcoin e carteiras compatíveis sem inchar a cadeia base ou pagar taxas L1 por cada transferência. A UTEXO afirma que a funcionalidade pode entrar em funcionamento já em julho, com a Tether Wallet e várias exchanges alinhadas para a suportar.

Impacto no mercado

O movimento reabre um canal de distribuição para o USDT que tem estado adormecido na Bitcoin durante quase uma década e combina-o com um perfil de taxas que o ecossistema Tether passou anos a tentar undercut. Se a liquidação ao estilo Lightning se seguir, o USDT na Bitcoin torna-se uma rail funcional para a maior stablecoin e a rede de liquidez mais profunda em simultâneo, alterando o terreno competitivo face à Tron, onde circula a maior parte do USDT atualmente.

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Perguntas frequentes

  1. O que está a Tether a fazer com o USDT na Bitcoin?

    A Tether planeia emitir USDT nativamente na Bitcoin através do protocolo RGB v0.11.1, com a UTEXO a tratar do lançamento comercial. A UTEXO afirma que a funcionalidade pode entrar em funcionamento já em julho, com a Tether Wallet e várias exchanges alinhadas para a suportar.

  2. O que é o RGB e em que difere do Omni?

    O RGB é um protocolo de validação no lado do cliente que gere o estado do USDT off-chain enquanto ancora a propriedade nos UTXOs da Bitcoin. Ao contrário do Omni, que registava cada transferência on-chain, o RGB mantém as transferências de rotina fora da L1 e só liquida o estado final na Bitcoin, evitando o inchaço da…

  3. Quando foi o USDT lançado pela primeira vez na Bitcoin?

    O USDT foi lançado pela primeira vez na Bitcoin em 2014 como um ativo Omni-Mastercoin antes de migrar para a Ethereum e depois para a Tron, onde circula agora a maior parte da oferta de USDT. O lançamento do RGB traria-o de volta à Bitcoin após quase uma década de ausência.

  4. Que papel está a UTEXO a desempenhar no lançamento?

    A UTEXO está a liderar a implementação comercial da emissão de USDT baseada em RGB e está a discutir publicamente um calendário de entrada em funcionamento em julho. A empresa está também a posicionar-se como backend para uma liquidação de USDT mais barata do que as rails da Tron ou da Ethereum.

  5. Como é que isto pode afetar o USDT na Tron?

    Trazer o USDT de volta para a Bitcoin via RGB, com liquidação ao estilo Lightning na reserva, dá à Tether um perfil de taxas e um pool de liquidez base que a Tron não consegue igualar. Se o encaminhamento via Lightning se seguir, o USDT na Bitcoin torna-se uma rail funcional tanto para a maior stablecoin como para a…

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Agregado de WuBlockchain · Verificado · Última atualização há 1h
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