Durante uma queda de 38% desde o pico de $125,761 do Bitcoin em outubro de 2025 até cerca de $78,000, os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA fizeram o oposto do que os céticos previram: absorveram a dor. Apenas em março, houve um fluxo líquido de $1.32 bilhões, revertendo uma sequência de quatro meses de saídas, seguido por mais $2.42 bilhões entre 6 e 22 de abril — com 17 de abril registando $663.9 milhões em um único dia. O Bitcoin detido por ETFs contraiu apenas de 1.38 milhões de BTC no pico para 1.28 milhões no fundo, depois recuperou para 1.31 milhões.
O analista sênior de ETFs da Bloomberg, Eric Balchunas, foi direto: durante uma queda de 20%, as saídas de ETFs foram inferiores a $1 bilhão — cerca de 0.5% dos ativos. A sua análise é que a pressão de venda veio de detentores nativos de criptomoedas legadas, e não do novo público institucional. A matemática o apoia: carteiras modelo, limites de conselheiros e cronogramas de reequilíbrio tornam a venda em pânico discricionária...