Segundo André Dragosch, da Bitwise, a correlação da Bitcoin com o ouro atingiu o nível mais elevado dos últimos seis anos, reforçando a visão de que o BTC é cada vez mais negociado como ouro digital. Esta observação aproxima o comportamento de mercado da Bitcoin de um ativo que os investidores usam há muito como reserva de valor e cobertura macroeconómica.
Porque é importante
Uma relação mais forte entre BTC e ouro dá aos investidores institucionais outra forma de enquadrar a Bitcoin: não apenas como um ativo tecnológico, mas também como parte da discussão sobre a cobertura e a diversificação de uma carteira. Isto apoia a tese da Bitcoin como ouro digital, sem provar que a Bitcoin e o ouro se moverão sempre em conjunto.
Impacto no mercado
O sinal diz respeito ao posicionamento e à correlação, não a um preço-alvo direto. Se a relação persistir, poderá ser mais fácil avaliar o papel da Bitcoin em carteiras sensíveis aos fatores macroeconómicos, em conjunto com o ouro. Os investidores vão acompanhar se a correlação se mantém elevada à medida que as condições de mercado mudam.
Perguntas frequentes
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Quem identificou a relação mais forte da Bitcoin com o ouro?
André Dragosch, da Bitwise, afirmou que a correlação da Bitcoin com o ouro tinha atingido o nível mais alto dos últimos seis anos.
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Porque é que a correlação da Bitcoin com o ouro é importante para as instituições?
Dá aos investidores institucionais outra forma de enquadrar a Bitcoin nas discussões sobre reserva de valor, cobertura e diversificação.
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A correlação cria um preço-alvo para a Bitcoin?
Não. O sinal descreve o comportamento de mercado e o posicionamento, não um preço-alvo direto.
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Um máximo dos últimos seis anos torna a Bitcoin um substituto do ouro?
Não. O máximo apoia a tese da Bitcoin como ouro digital, mas não prova que a Bitcoin e o ouro se moverão sempre em conjunto.
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O que irão os investidores acompanhar após este máximo de correlação?
Vão observar se a correlação se mantém elevada à medida que as condições de mercado mudam.