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A B3 do Brasil Acabou de Conectar um ETF de Cripto à Infraestrutura de Liquidação que Wall Street Ainda Está a Pedir aos Reguladores para Abrir

A B3 registou a primeira opção flexível garantida OTC ligada ao ETF de índice cripto da Hashdex, HASH11, numa…

A B3 registou a primeira opção flexível garantida OTC ligada ao ETF de índice cripto da Hashdex, HASH11, numa negociação entre a Inter e a XP — com a câmara de compensação da B3 a atuar como contraparte central. Isso significa que uma exposição ligada ao ETF de cripto agora está dentro do mesmo sistema de back-office que lida com risco de contraparte, margem, liquidação e compensação. É precisamente a camada de infraestrutura que a BlackRock ainda está a pedir à CFTC para abrir a ativos tokenizados nos Estados Unidos.

O contexto torna a diferença evidente. A BlackRock argumentou numa resposta à CFTC em 2025 que os fundos de mercado monetário tokenizados e as stablecoins deveriam ser colaterais elegíveis tanto nos mercados de derivados compensados como não compensados. O Standard Chartered construiu uma versão offshore dessa visão em abril de 2026, permitindo que clientes institucionais da OKX usassem o fundo BUIDL da BlackRock como colateral. O Brasil não precisou de um pedido regulatório — apenas executou.

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Agregado de CryptoSlate · Verificado · Última atualização há 1h
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