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Coldcard: ladrão move 20,5 BTC via THORChain para Ethereum

O caso acaba de passar de um registo forense estático para um rastreio entre cadeias em tempo real: 20,5 BTC foram encaminhados através de 34 swaps, enquanto 1.402 BTC de fundos roubados identificados continuam parados.

Um ladrão ligado ao roubo da carteira de hardware Coldcard movimentou 20,497 BTC em 2 de setembro, encaminhando os fundos por dois endereços intermédios na rede Bitcoin e 34 swaps entre cadeias na THORChain com destino a Ethereum. A atividade, assinalada pelo rastreador de blockchain Bitquery, transforma um caso até agora dominado por carteiras inativas num rastreio ativo entre cadeias. Um único endereço Ethereum (0x160a7A4c067B084F03400c6980Ac29F73F6782f6) recebeu 20,15 BTC em 26 dos swaps, enquanto um segundo endereço recebeu mais 0,30 BTC em oito swaps. A carteira principal detinha cerca de 644,5 ETH na verificação mais recente do Blockscout, menos cerca de 5 ETH do que num registo anterior.

Porque é importante

A movimentação quebra meses de inatividade na investigação forense. Desde o roubo original da Coldcard, os investigadores vinham a catalogar saldos de Bitcoin em grande parte estáticos, com 1.402,59 BTC ainda identificados no bloco 965.339 e 1.396,33 BTC nunca movimentados. A Galaxy Research afirmou não conseguir estabelecer uma ligação definitiva entre todos os vestígios deixados pelas vagas, deixando a atribuição fragmentada entre as várias vagas de drenagem. Com a THORChain agora envolvida, o atacante demonstrou ter uma infraestrutura funcional de branqueamento entre cadeias, embora os investigadores continuem sem conseguir identificar o responsável. A Bitquery continua a classificar o endereço de origem como "reported", e não como confirmado, o que significa que a ligação ao próprio roubo da Coldcard é alegada, não comprovada na blockchain.

Impacto no mercado

O papel da THORChain deverá atrair nova atenção para um protocolo já sob escrutínio após a sua recente interrupção de emergência da rede. Os fluxos rastreados não alteram diretamente os preços à vista de BTC ou ETH, mas reforçam o escrutínio sobre as plataformas de swaps entre cadeias enquanto vias de saída para os fundos provenientes de roubos de carteiras de hardware. Os cerca de 644 ETH agora depositados no destino principal dão aos investigadores um novo conjunto de endereços para acompanhar, enquanto os 1.402 BTC de fundos roubados identificados, mas não movimentados, mantêm ativo, em paralelo, o caso dos fundos parados.

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Perguntas frequentes

  1. Quanto Bitcoin foi movimentado a partir do roubo da Coldcard em 2 de setembro?

    20,497 BTC saíram de um endereço da Wave 3 assinalado pela Bitquery como controlado pelo atacante e foram encaminhados por dois endereços Bitcoin intermédios, ambos esvaziados mais tarde.

  2. Como é que os fundos passaram de Bitcoin para Ethereum?

    O atacante usou 34 swaps na THORChain nos dias 2 e 3 de setembro, e 20,15 BTC de 26 desses swaps chegaram a um único endereço Ethereum.

  3. A ligação entre estes fundos e o roubo da Coldcard está confirmada na blockchain?

    Não. A Bitquery classifica o endereço de origem no seu nível "reported", abaixo dos endereços confirmados, e a Galaxy Research afirmou não conseguir ligar definitivamente todos os vestígios das vagas.

  4. Quanto do Bitcoin roubado identificado continua parado?

    1.402,59 BTC permaneciam em endereços identificados no bloco 965.339 da rede Bitcoin, incluindo 1.396,33 BTC que nunca tinham sido movimentados.

  5. Porque é relevante o encaminhamento pela THORChain?

    Demonstra que o atacante dispõe de uma infraestrutura funcional de branqueamento entre cadeias e transforma um caso de análise forense adormecido num rastreio ativo em tempo real.

Atribuição da fonte
Agregado de CryptoSlate · Verificado · Última atualização há 1h
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