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CZ pede aos países que tokenizem ações e lancem stablecoins nacionais…

O impulso visa a abrangência da moeda em vez da especulação: stablecoins nacionais e ações tokenizadas incorporariam moedas soberanas diretamente nas infraestruturas de liquidação em blockchain.

O co-fundador da Binance, Changpeng Zhao (CZ), está a apelar aos estados-nação para tokenizarem os seus mercados de ações domésticos e emitirem stablecoins nacionais como uma estratégia para expandir a presença global das suas moedas nas redes blockchain. A proposta enquadra a tokenização não como uma jogada especulativa, mas como uma decisão de infraestrutura soberana.

Por que é importante

A posição de CZ na indústria cripto confere a este tipo de defesa política um alcance desproporcional. O seu argumento — que os países correm o risco de ceder influência monetária se não incorporarem as suas moedas nas infraestruturas de liquidação em cadeia — surge num momento em que a legislação sobre stablecoins está a avançar nos EUA, o quadro MiCA da UE já está em vigor e vários bancos centrais estão a testar ativamente infraestruturas de moeda digital. Uma stablecoin nacional é distinta de uma CBDC: pode ser emitida por entidades privadas regulamentadas sob um mandato soberano, tornando-a mais rápida de implementar e mais compatível com as infraestruturas existentes de DeFi e TradFi.

Impacto no mercado

Para os mercados cripto, a adoção soberana de ações tokenizadas e stablecoins nacionais representaria um motor de demanda estrutural para redes blockchain capazes de lidar com instrumentos financeiros regulamentados em grande escala — Ethereum e os ecossistemas de camada 2 construídos sobre ele são os beneficiários mais óbvios. Isso também legitimaria a narrativa mais ampla da tokenização que gestores de ativos, incluindo BlackRock e Franklin Templeton, têm vindo a construir com os seus produtos de fundos em cadeia.

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Perguntas frequentes

  1. O que exatamente CZ propõe que os países façam com os seus mercados de ações?

    CZ está a apelar aos estados-nação para tokenizarem as suas ações domésticas — colocando a propriedade e a liquidação de ações em redes blockchain — juntamente com a emissão de stablecoins nacionais para estender o alcance das suas moedas nas finanças em cadeia.

  2. Como é que uma stablecoin nacional é diferente de uma moeda digital de banco central?

    Uma stablecoin nacional pode ser emitida por entidades privadas regulamentadas que operam sob um mandato soberano, tornando-a mais rápida de implementar e mais compatível com as infraestruturas de DeFi e TradFi do que uma CBDC gerida pelo estado.

  3. Por que a tokenização de ações expandiria a influência global de uma moeda?

    Incorporar uma moeda nas infraestruturas de liquidação em blockchain significa que ela se torna a unidade de conta para negociações de ações em cadeia, pares de stablecoins e liquidez de DeFi — estendendo o seu alcance além dos canais tradicionais de correspondência bancária.

  4. Quais redes blockchain se beneficiariam mais da adoção soberana da tokenização?

    Ethereum e o seu ecossistema de camada 2 são os beneficiários mais diretos, dado o seu posicionamento existente em projetos de tokenização regulamentada de gestores de ativos como BlackRock e Franklin Templeton.

  5. Qual é o atual contexto regulatório para a proposta de CZ?

    A legislação sobre stablecoins está a avançar nos EUA, o quadro MiCA da UE já está em vigor e vários bancos centrais estão a testar ativamente infraestruturas de moeda digital — tornando a janela política para stablecoins nacionais incomumente aberta.

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Agregado de CoinTelegraph · Verificado · Última atualização há 1h
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