A Polymarket atribui probabilidade zero a cortes das taxas da Fed em 2026, depois de as probabilidades de mercado terem caído a pique. A Goldman Sachs adiou a previsão do próximo corte, de outubro para dezembro. O banco afirmou haver «uma forte possibilidade» de o FOMC concluir que não são necessárias novas subidas das taxas.
Porque é importante
Esta mudança reflete perspetivas menos favoráveis a cortes das taxas, mas a opinião da Goldman de que poderá não ser necessário voltar a subi-las deixa em aberto qual será o próximo passo da Fed. O banco afirmou também prever um crescimento de 3,0%, com base no relatório de inflação mais recente.
Impacto no mercado
Para os mercados, esta revisão das expectativas aumenta a possibilidade de as taxas permanecerem elevadas durante mais tempo, um fator acompanhado pelos investidores nos mercados obrigacionistas, nas ações e noutros ativos de risco. A diferença entre a ausência de cortes prevista na Polymarket e a previsão da Goldman de um corte em dezembro coloca a inflação e as próximas decisões da Fed em destaque.
Perguntas frequentes
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Que probabilidade de cortes das taxas em 2026 atribui a Polymarket?
A Polymarket atribui probabilidade zero a cortes das taxas da Fed em 2026, após uma forte queda nas probabilidades de mercado.
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Como alterou a Goldman Sachs a previsão do próximo corte da Fed?
A Goldman adiou a previsão do próximo corte, de outubro para dezembro.
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A Goldman espera que a Fed volte a subir as taxas?
A Goldman considera muito provável que o FOMC conclua que não são necessárias novas subidas das taxas.
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Que perspetiva de crescimento referiu a Goldman?
A Goldman afirmou prever um crescimento de 3,0%, com base no relatório de inflação mais recente.
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Porque é que a revisão das expectativas de cortes é relevante para os investidores?
A mudança aumenta a possibilidade de as taxas permanecerem elevadas durante mais tempo, um fator acompanhado pelos investidores nos mercados obrigacionistas, nas ações e noutros ativos de risco.