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Hyundai Card pilota remessas em USDT via rede Avalanche

O piloto de $20.000 com a Tether e a Avalanche é pequeno em dólares, mas é uma das primeiras utilizações corporativas em produção de rails de stablecoin dentro de uma grande marca financeira coreana, com a Visa e a Circle…

A Hyundai Card, a divisão de cartões de crédito do Hyundai Motor Group, concluiu a sua primeira prova de conceito de remessas em stablecoin no mundo real, em parceria com a Tether e a Avalanche. A Hyundai Motor America converteu $20.000 em USDT e enviou-os à sua afiliada no México através do piloto, liquidando na rede Avalanche em vez de num canal bancário de correspondência tradicional.

Porque é relevante

O valor em dólares é pequeno, mas a leitura estrutural é maior. Uma emissora de cartões coreana regulada a movimentar tesouraria corporativa em produção sobre um rail público de stablecoin, com uma contraparte OEM global do lado recetor, é o tipo de caso de uso corporativo de ponta a ponta que os emissores de stablecoin têm promovido desde a primeira emissão de USDT. A Tether conquista um cliente de referência não nativo de cripto. A Avalanche ganha uma implementação de referência num contexto de pagamentos que está fora da sua pegada habitual de DeFi. A Hyundai obtém prova de que o percurso entre a tesouraria corporativa nos EUA e a afiliada mexicana pode liquidar sem uma transferência bancária.

Impacto no mercado

O segundo piloto da Hyundai Card, agendado para arrancar ainda este mês, junta a Visa e a Circle, sobrepondo USDC e os rails de liquidação em stablecoin da Visa à perna USDT-on-Avalanche já testada. A expansão mostra que a emissora está a avaliar vários rails em vez de se comprometer com um só, o que mantém pressão competitiva sobre o posicionamento empresarial da Tether e dá à Avalanche um pé num fluxo de pagamentos que historicamente não liderou. Fique atento a divulgações sobre se os pilotos seguintes terão volume recorrente real ou se permanecem como provas pontuais.

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$USDT $AVAX

Perguntas frequentes

  1. O que fez concretamente a Hyundai Card neste piloto?

    A Hyundai Card concluiu uma prova de conceito em que a Hyundai Motor America converteu $20.000 em USDT e os enviou à sua afiliada no México através da rede Avalanche, liquidando uma remessa corporativa em produção num rail público de stablecoin em vez de uma transferência bancária tradicional.

  2. Que parceiros participaram no primeiro PoC de stablecoin?

    O primeiro piloto juntou a Hyundai Card à Tether, que forneceu o USDT, e à Avalanche, que acolheu a rede de liquidação. Um segundo PoC, agendado para começar ainda este mês, juntará a Visa e a Circle.

  3. Qual foi a dimensão do piloto em dólares?

    O valor de destaque foi $20.000, um número pequeno por si só. A leitura relevante é a de uma emissora de cartões coreana regulada a movimentar tesouraria corporativa em produção sobre um rail público de stablecoin, e não o montante em dólares da transação de teste.

  4. O que muda no segundo PoC com a Visa e a Circle?

    O segundo piloto sobrepõe USDC e a infraestrutura de liquidação em stablecoin da Visa à perna USDT-on-Avalanche já testada, sinalizando que a Hyundai Card está a avaliar vários rails em paralelo em vez de se comprometer com um só.

  5. Porque é que isto é relevante para a Avalanche e a Tether?

    A Tether conquista um cliente corporativo de referência não nativo de cripto, enquanto a Avalanche ganha uma implementação de referência em pagamentos bem fora da sua pegada habitual de DeFi, dando a ambas um caso de uso empresarial credenciado para apresentar em futuras conversas de venda.

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