A senadora Cynthia Lummis defendeu a 28 de maio que o CLARITY Act é a correção de proteção ao consumidor que falta na lei de falências dos EUA para a custódia de ativos digitais. Sem o diploma, afirmou, os clientes de uma corretora de ativos digitais em falência não têm qualquer reivindicação garantida aos seus próprios ativos e são empurrados para a mesma fila de credores que as empresas de Wall Street e os respetivos advogados.
Porquê importa
A moldura conceptual importa porque reposiciona o CLARITY de um diploma estrutural de arquitetura de mercado para um diploma de direitos do consumidor. A proteção ao consumidor é a faixa legislativa que viaja mais longe num Congresso dividido — e o argumento de Lummis foi construído para viajar exatamente aí, colocando os utilizadores comuns das corretoras à frente das contrapartes institucionais na cascata de falência, em vez de ao lado delas.
Impacto no mercado
O impulso político surge numa altura em que as regras de custódia e segregação para plataformas de ativos digitais continuam por resolver na SEC e na CFTC, deixando as venues norte-americanas a operar sob uma manta de retalhos que, segundo críticos, prejudica os detentores de retalho em qualquer liquidação. Saber se o título de falência do CLARITY ganha tração define a forma como as corretoras dos EUA estruturam a custódia, o modo como os concorrentes offshore precificam os seus prémios de acesso ao mercado e a liquidez que o mercado interno de ativos digitais mantém.
Perguntas frequentes
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O que é o CLARITY Act numa frase?
É o diploma pendente nos EUA que atribui a supervisão da arquitetura de mercado de ativos digitais entre a SEC e a CFTC, com um título dedicado ao tratamento em falência dos ativos de clientes detidos por corretoras.
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Porque é que a senadora Lummis o classificou como uma questão de proteção ao consumidor?
Porque, ao abrigo da lei atual, os clientes de uma corretora de ativos digitais em falência não têm direito garantido aos seus próprios ativos e são empurrados para a mesma fila de credores que as empresas de Wall Street e os respetivos advogados.
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Que comissão tem jurisdição sobre o CLARITY?
O CLARITY já avançou nas comissões de Agricultura e de Banca do Senado, com os títulos da CFTC e da SEC tratados em faixas paralelas antes da discussão em plenário.
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Como mudaria o CLARITY os resultados de uma falência de corretora?
O título de falência do diploma elevaria as reclamações dos ativos de clientes acima dos credores comuns não garantidos, codificando a segregação e tratando os fundos dos clientes como pertencentes aos clientes e não à massa insolvente.
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O que acontece às corretoras dos EUA se o CLARITY estagnar?
As venues norte-americanas continuam a operar sob uma manta de retalhos de orientações da SEC e da CFTC sem qualquer regra codificada de prioridade do cliente, o que, segundo críticos, prejudica as venues dos EUA face a concorrentes offshore com enquadramentos de custódia mais claros.