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SBI Holdings compra exchange Bitbank por 289 milhões

A SBI de Tóquio está a reforçar a infraestrutura cripto interna antes de uma reclassificação que coloca os tokens sob a Lei dos Instrumentos e Mercados Financeiros, apostando que a consolidação acontece antes das regras…

SBI Holdings compra exchange Bitbank por 289 milhões
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SBI Holdings compra exchange Bitbank por 289 milhões

O gigante japonês de serviços financeiros SBI Holdings anunciou na quinta-feira que chegou a acordo para adquirir a exchange de criptomoedas doméstica Bitbank por cerca de 289 milhões de dólares, com a conclusão do negócio prevista para outubro, sujeito à aprovação regulatória. A SBI tinha inicialmente avançado com a aquisição no início do mês passado, enquadrando-a como parte de uma estratégia mais ampla para expandir o seu negócio de cripto perante potenciais desenvolvimentos regulatórios no Japão. O banco sediado em Tóquio tinha já comprado a exchange de cripto Bitpoint em 2022.

A Bitbank está entre as 10 maiores exchanges de cripto do Japão em termos de atividade de negociação, segundo a CoinGecko, processando um volume de 24 horas pouco abaixo dos 50 milhões de dólares. Isso coloca-a bastante atrás de concorrentes globais como Toobit, CoinW, Kraken e Bitmart, cada uma a processar mais de mil milhões de dólares em volume de 24 horas.

Por que razão importa

O Japão está em processo de integrar as criptomoedas no universo dos produtos financeiros, conforme autorizado pela Lei dos Instrumentos e Mercados Financeiros, o mesmo enquadramento que regula ações e outros títulos. A reclassificação poderá entrar em vigor no início do próximo exercício fiscal. Adquirir agora uma plataforma doméstica regulada coloca a SBI em posição para operar uma entidade combinada maior sob esse enquadramento que aí vem, em vez de correr para construir conformidade depois de as regras entrarem em vigor.

Impacto no mercado

Este negócio é o sinal mais claro até agora de que os grupos financeiros japoneses estabelecidos estão a consolidar infraestrutura cripto antes da reclassificação ao abrigo da FIEA, apostando que as plataformas domésticas licenciadas terão um prémio assim que a negociação de tokens se enquadre no mesmo perímetro regulatório que os títulos. A compra anterior da Bitpoint pela SBI em 2022 estabelece o modelo: trata-se de comprar e integrar, não de uma aposta de capital de risco. O diferencial de cerca de 50 milhões de dólares no volume diário entre a Bitbank e as grandes globais também sugere de onde terá de vir o crescimento pós-consolidação: liquidez mais profunda, mais listagens e venda cruzada junto da base de clientes de retalho e institucionais existente da SBI, e não apenas da procura orgânica japonesa.

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Perguntas frequentes

  1. Quanto está a SBI Holdings a pagar pela Bitbank?

    A SBI Holdings anunciou na quinta-feira que chegou a acordo para adquirir a Bitbank por cerca de 289 milhões de dólares, com a conclusão do negócio prevista para outubro, sujeita à aprovação regulatória.

  2. Por que razão está a SBI a comprar a Bitbank agora?

    A SBI enquadrou a aquisição como parte de uma estratégia mais ampla para expandir o seu negócio cripto perante potenciais desenvolvimentos regulatórios no Japão, incluindo a integração dos tokens na Lei dos Instrumentos e Mercados Financeiros.

  3. Qual é o tamanho da Bitbank face às exchanges globais de cripto?

    A Bitbank processa um volume de negociação de 24 horas pouco abaixo dos 50 milhões de dólares, segundo a CoinGecko, bem atrás de concorrentes como Toobit, CoinW, Kraken e Bitmart, cada uma a processar mais de mil milhões de dólares em volume de 24 horas.

  4. A SBI já adquiriu outras exchanges de cripto?

    Sim. A SBI Holdings adquiriu anteriormente a exchange de cripto Bitpoint em 2022, tornando a Bitbank a sua segunda plataforma cripto doméstica regulada.

  5. Que mudança regulatória se aproxima para a cripto no Japão?

    O Japão está a trabalhar para colocar as criptomoedas sob a Lei dos Instrumentos e Mercados Financeiros, o mesmo enquadramento que regula ações e outros títulos. A reclassificação poderá entrar em vigor no início do próximo exercício fiscal.

Atribuição da fonte
Agregado de CoinDesk · Verificado · Última atualização há 1h
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