O THORChain retomou a negociação após mais de cinco semanas offline, na sequência de um exploit em maio que drenou cerca de $10,7 milhões de um dos seus vaults Asgard, espalhado por Bitcoin, Ethereum, BNB Chain e Base.
O protocolo descentralizado de liquidez cross-chain afirmou que cada vault foi re-verificado e cada keyshare analisado antes da reabertura. A negociação esteve pausada enquanto a equipa traçava a violação, corrigia o código afetado e realizava uma auditoria completa da restante infraestrutura de vaults.
Por que importa
A perda de $10,7M está entre os maiores incidentes cross-chain do ano, e a pausa de cinco semanas é uma das janelas de recuperação mais longas que uma grande DEX já enfrentou. O episódio é o segundo exploit material a atingir o THORChain, um protocolo cujo modelo de segurança depende fortemente de vaults Asgard com assinaturas threshold distribuídos por várias chains.
Impacto no mercado
A equipa enquadrou o regresso como um reinício limpo, com as swaps nativas de Monero já em teste como a próxima funcionalidade do roadmap. A questão de saber se a liquidez regressa aos níveis pré-exploit, e se a integração XMR avança sem reabrir a mesma superfície de ataque dos vaults, é o teste que os próximos 30 dias vão medir.
Perguntas frequentes
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Qual é a próxima funcionalidade no roadmap do THORChain?
Swaps nativas de Monero, já em teste. A integração tornaria o THORChain uma das poucas DEX a suportar a negociação de XMR.
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