A Visa apresentou uma nova plataforma de stablecoins concebida para permitir que dólares digitais circulem na sua rede de pagamentos, abrindo a liquidação em dólares digitais a mais de 200 milhões de pontos comerciais em todo o mundo. O lançamento marca um passo além dos anteriores pilotos de stablecoins da rede de cartões, que passavam por um pequeno grupo de parceiros emissores.
Porque é importante
A Visa passou quatro anos a integrar discretamente USDC e outras stablecoins reguladas na sua camada de liquidação, processando milhares de milhões em volume de cartões on-chain através de parceiros como a Circle e a Solana. Uma plataforma nativa transforma essa infraestrutura num produto a que outros bancos, adquirentes e fintechs se podem ligar diretamente. É a diferença entre a Visa experimentar stablecoins e a Visa vendê-las.
Impacto no mercado
A decisão chega quando o volume de transações em stablecoins está a caminho de atingir níveis anuais de vários biliões e as redes de pagamentos tradicionais correm para defender quota face à liquidação on-chain. Atenção aos anúncios de emissores, às integrações bancárias e às stablecoins que a Visa certificar formalmente na nova plataforma; a lista de ativos nomeados mexerá mais com os mercados do que o próprio lançamento.
Perguntas frequentes
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O que lançou concretamente a Visa?
Uma nova plataforma de stablecoins integrada na infraestrutura de pagamentos da Visa, concebida para permitir que dólares digitais circulem na sua rede e cheguem a mais de 200 milhões de pontos comerciais em todo o mundo.
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Em que difere do trabalho anterior da Visa com stablecoins?
Os pilotos anteriores encaminhavam USDC e outras stablecoins reguladas através de um pequeno grupo de parceiros emissores. Uma plataforma nativa transforma essa infraestrutura num produto a que bancos, adquirentes e fintechs se podem ligar diretamente.
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Que stablecoins são suportadas na nova plataforma?
A Visa ainda não publicou uma lista final de ativos certificados. As stablecoins específicas formalmente aprovadas na plataforma serão um catalisador-chave para a reação do mercado.
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Porque é que isto importa para o setor dos pagamentos em geral?
O volume de transações em stablecoins está a caminho de atingir níveis anuais de vários biliões, e a liquidação on-chain concorre com os canais tradicionais de cartões. A passagem da Visa de experiências para um produto completo sinaliza que as grandes redes estão agora a responder a essa pressão.
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A que devem os investidores estar atentos a seguir?
A anúncios de parcerias com emissores, integrações com bancos e adquirentes, e à certificação formal de stablecoins reguladas específicas na nova plataforma da Visa.