O Bitcoin está a negociar entre $64.000 e $65.000, enquanto o interesse nas redes sociais se situa em 0,2, cerca de metade ou menos da leitura de 0,4 a 0,5 registada no mesmo momento há quatro anos, antes da FTX. A tese para o ciclo de 2026 aponta para uma configuração familiar: um mínimo no verão, uma forte redução da volatilidade e uma possível queda final mais adiante no ano. A pontuação MVRV-Z do Bitcoin não caiu abaixo de zero, nível que o indicador normalmente atinge nos fundos de ciclo.
Porque é importante
Os paralelos com 2018 e 2022 sustentam a tese baixista. Em ambos os períodos, o Bitcoin encontrou um mínimo no verão, recuperou e depois atravessou uma fase mais calma, antes de um evento no final do ano desencadear uma nova vaga de vendas. O interesse nas redes sociais em 0,2 também coincidiu com o de agosto de 2018, pelo que a métrica, por si só, não permite concluir se o ciclo terminou.
A questão central não é apenas saber se $64.000 parece barato depois de o Bitcoin ter negociado em alta durante anos. É saber se o mercado concluiu o reajuste que normalmente leva os indicadores on-chain aos níveis típicos de um fundo de ciclo. Com o MVRV-Z ainda acima de zero e várias métricas relacionadas sem oferecerem uma confirmação clara, a análise alerta contra a complacência.
Impacto no mercado
O Bitcoin tem-se mantido entre a sua média móvel 200E e a faixa de resistência do mercado baixista, um intervalo que acabará por forçar uma decisão. A análise inclina-se para uma quebra em baixa, porque esse é o padrão habitual perto do fim dos anos intermédios, embora admita que o Bitcoin possa deixar os indicadores para trás e romper em alta.
A janela temporal continua a ser um intervalo, e não uma data. O mínimo pode ocorrer no final de setembro, em outubro, novembro ou dezembro, com outubro apontado como o mês mais provável. Os investidores acompanham se a volatilidade comprimida persiste ou se um evento no final do ano reaviva a participação e define a próxima direção.
Perguntas frequentes
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Como se comparou o interesse nas redes sociais do Bitcoin com o de há quatro anos?
O interesse nas redes sociais situou-se em 0,2, contra 0,4 a 0,5 no mesmo momento quatro anos antes, ainda antes da FTX.
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Que importância têm 2018 e 2022 para a tese baixista do Bitcoin?
Ambas as comparações apresentaram um mínimo no verão, um período de redução da volatilidade e uma nova vaga de vendas após um evento no final do ano.
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O que indica a pontuação MVRV-Z do Bitcoin sobre um fundo confirmado?
O MVRV-Z não caiu abaixo de zero, o nível que o indicador normalmente atinge nos fundos de ciclo. Por isso, a análise não considera o fundo confirmado.
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Que limites técnicos estão a definir a próxima decisão do Bitcoin?
A análise coloca o Bitcoin entre a sua média móvel 200E e a faixa de resistência do mercado baixista, um intervalo que deverá forçar uma eventual quebra em alta ou em baixa.
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Que mês identifica a análise como o mais provável para o mínimo?
Outubro é considerado o mês mais provável, embora o mínimo também possa ocorrer no final de setembro, em novembro ou em dezembro.