A Calamos captou cerca de $10 milhões a $15 milhões em entradas líquidas nas últimas várias semanas para a sua gama de ETFs de Bitcoin protegidos, afirmou o responsável pelos ETFs Matt Kaufman, mesmo quando os ETFs spot de Bitcoin perderam mais de $1 mil milhões no mesmo período. Os produtos, que a Calamos lançou após a estreia das opções sobre ETFs spot de Bitcoin, combinam uma alocação de cerca de 90% em Treasury para proteção contra quedas com opções FLEX indexadas a um índice proprietário ligado ao Bitcoin, de modo a preservar a exposição à valorização.
A empresa oferece três variantes — proteção total contra quedas, além de versões com amortecedor de 10% e 20% — e vende-as em estruturas trimestrais e em escada concebidas para se integrarem em carteiras modelo de consultores. Kaufman formulou a proposta de forma direta: "Pode obter a valorização do Bitcoin sem risco de queda", e argumentou que os produtos competem com caixa, ações amplas e obrigações, e não apenas com outros fundos de cripto.
Porque é importante
O dado a acompanhar é a rotação, não o número absoluto. A Calamos é o maior emitente dedicado de ETFs estruturados de Bitcoin nos EUA, e a janela de entradas coincide com um ciclo de reembolsos de vários milhares de milhões de dólares nos fundos spot tradicionais, o que sugere que os consultores continuam a alocar para Bitcoin, mas a rebalancear para veículos que suavizam o percurso. Kaufman disse à CoinDesk que a questão nas mesas dos consultores passou de "devemos sequer deter Bitcoin" para "como dimensioná-lo e ajustá-lo ao risco". Esse pivot é o sinal mais duradouro: aponta para uma base de compradores mais madura, que usa a cripto como ingrediente de carteira e não como aposta especulativa.
Impacto no mercado
A Calamos divide o panorama dos ETFs de cripto em três categorias — proteção, rendimento e crescimento — e defende que a vertente de proteção é a que mais cresce, enquanto a volatilidade se mantém elevada. Kaufman espera que o Bitcoin revisite máximos anteriores apesar da turbulência recente e afirmou que o próprio perfil de volatilidade é a matéria-prima para produtos estruturados, desde call spreads em opções FLEX até invólucros de rendimento auto-callable.
Perguntas frequentes
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O que são os ETFs de Bitcoin protegidos da Calamos e como funcionam?
A Calamos estrutura os produtos com cerca de 90% dos ativos em Treasuries para criar uma almofada contra quedas, e usa o orçamento restante para comprar call spreads ligados ao Bitcoin através de opções FLEX indexadas a um índice proprietário de Bitcoin. A empresa oferece proteção total contra quedas, além de versões…
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Quanto angariou a Calamos nos seus ETFs de Bitcoin protegidos?
O responsável pelos ETFs, Matt Kaufman, disse que a empresa registou cerca de $10 milhões a $15 milhões em entradas líquidas nas últimas várias semanas. O valor coincide com mais de $1 mil milhão de saídas de ETFs spot de Bitcoin tradicionais na semana anterior.
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Porque estão os investidores a migrar para ETFs de Bitcoin protegidos em vez de fundos spot?
Kaufman afirmou que a conversa entre consultores amadureceu: os clientes antes perguntavam se o Bitcoin pertencia a uma carteira, mas agora perguntam como engenhar proteção contra quedas e melhorar os retornos ajustados ao risco. Os ETFs protegidos estão a ser posicionados como alternativas a caixa, obrigações e ações…
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Qual é a diferença entre os três ETFs de Bitcoin protegidos da Calamos?
A gama inclui uma versão de proteção total que limita a queda a zero, e duas versões com amortecedor que absorvem os primeiros 10% ou 20% de perdas. Os três mantêm participação na valorização através de call spreads em opções FLEX, e são vendidos em estruturas trimestrais e em escada concebidas para carteiras modelo…
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O que disse a Calamos sobre o futuro dos produtos ETF de cripto?
Kaufman disse que a indústria está a dividir-se em três categorias — proteção, rendimento e crescimento — e argumentou que a vertente de proteção é a que mais cresce enquanto a volatilidade do Bitcoin permanece elevada. Espera que o Bitcoin revisite máximos anteriores e afirmou que a própria volatilidade é a…
CoinDesk