O ouro recuou cerca de 30% face ao máximo de 2026, mas a correção continua dentro dos recuos de 20% a 30% observados em mercados em alta anteriores. A sua trajetória acumulada no ano também se assemelha à de 2018 e 2022, enquanto, em 2014, o ouro só encontrou um mínimo em novembro.
O teste de mais longo prazo passa pela média móvel simples de 20 meses do ouro e pela média móvel exponencial de 21 meses, que definem a faixa de suporte do mercado em alta. O ouro ainda não tocou nessa faixa, e os anos de eleições intercalares anteriores apontam para uma janela principal de formação do mínimo entre junho e outubro.
Uma nova subida do dólar pode prolongar a fraqueza, deixando em aberto a possibilidade de um mínimo mais alto ou mais baixo. As comparações oferecem contexto, não confirmação: 2026 pode ser um ano de consolidação antes de um novo avanço, enquanto o ouro registou ganhos médios de cerca de 13% nos anos pré-eleitorais anteriores.
Perguntas frequentes
-
Qual foi a correção do ouro em 2026?
O ouro corrigiu cerca de 30% desde o máximo de 2026. Os mercados em alta anteriores do ouro também registaram recuos de cerca de 20% a 30%.
-
O que define a faixa de suporte do mercado em alta do ouro?
A faixa é definida pela média móvel simples de 20 meses do ouro e pela média móvel exponencial de 21 meses. O ouro ainda não a testou.
-
Que anos anteriores se assemelham à trajetória do ouro desde o início de 2026?
A trajetória é descrita como semelhante à de 2018 e 2022. Em 2014, o ouro só encontrou o mínimo em novembro.
-
Como poderia um dólar mais forte afetar o próximo movimento do ouro?
Uma nova subida do dólar poderia prolongar a fraqueza do ouro e resultar num mínimo mais alto ou mais baixo.
-
O que sugere para o ouro a comparação com os anos pré-eleitorais?
Nos anos pré-eleitorais anteriores, o ouro registou ganhos médios de cerca de 13%. Esse padrão histórico oferece contexto, mas não confirma que o mínimo de 2026 já tenha sido atingido.