Uma licença MiCA é o bilhete de entrada para o mercado de criptomoedas da Europa, mas está longe de ser um modelo de negócio. O CEO da Bybit, Ben Zhou, afirma que as empresas também precisam de uma licença MiFID II para oferecer derivados e de uma autorização de Instituição de Dinheiro Eletrónico (EMI) para lidar com produtos fiat — sem ambas, a lucratividade está fora de alcance.
Mesmo a Bybit, a segunda maior bolsa do mundo em volume de negociação, não atinge o equilíbrio sob a sua atual licença MiCA. Zhou estima que a empresa está a cerca de dois anos de lucratividade na região, dependendo da obtenção de autorizações adicionais. "Não ganhamos dinheiro com a licença MiCA atual. Mas conseguimos suportá-la porque somos uma grande entidade", disse ele.
A pressão intensifica-se à medida que o período de transição da MiCA se encerra no final de junho. As empresas sem autorização completa até 1 de julho não poderão operar em toda a EEA, um prazo que Zhou espera que desencadeie um mercado significativo…
CoinDesk