Advogados que representam vítimas do terrorismo norte-coreano apresentaram na terça-feira um parecer de oposição de 30 páginas no Distrito Sul de Nova Iorque, argumentando que a exploração de $71 milhões em rsETH na Aave em abril foi fraude em vez de roubo. A distinção é legalmente significativa: sob a lei comum dos EUA, um fraudador que adquire propriedade através de engano pode obter um título anulável sobre ela — o que significa que o atacante, atribuído ao Lazarus Group, pode ter tecnicamente "possuído" o ether emprestado, complicando a tentativa da Aave de anular o aviso de restrição que congela os fundos.
O documento também invoca a Lei de Seguro de Risco de Terrorismo, um estatuto pós-11 de setembro que permite aos credores de julgamentos relacionados ao terrorismo apreender propriedade mantida nos EUA por patrocinadores estatais do terrorismo. Se o tribunal aceitar essa recontextualização, os argumentos sobre a lei de propriedade de Nova Iorque levantados pela Aave podem tornar-se secundários. O parecer ainda desafia se a Aave tem legitimidade para contestar o…
CoinDesk