O Presidente Trump assinou o aditamento de linguagem ética ao Clarity Act, o último obstáculo para fazer avançar uma ampla legislação sobre cripto. A nova regra atribui ao DOJ, e não aos procuradores-gerais estaduais, o papel de principal executor do regime de conformidade da disposição. Uma cláusula separada proíbe funcionários federais de emitirem criptomoedas próprias.
Porque é importante
Encaminhar a aplicação apenas para o DOJ retira os procuradores-gerais estaduais do processo, uma escolha estrutural contra a qual os democratas argumentaram durante a elaboração do Clarity Act. Os procuradores-gerais estaduais costumam apresentar processos de proteção do consumidor e fraude ao abrigo de poderes paralelos. Centralizar a regra cripto no DOJ significa que esses processos ficam agora exclusivamente nas mãos dos procuradores federais, cuja capacidade e incentivos políticos diferem dos aplicadores estaduais eleitos.
Impacto no mercado
O Clarity Act tem sido o veículo legislativo que a indústria tem defendido ao longo de vários Congressos, e a linguagem ética era a última objeção em aberto. A sua assinatura desbloqueia as disposições mais amplas do projeto sobre estrutura de mercado. A proibição de emissão para funcionários federais é mais simbólica do que económica, mas o modelo de aplicação centralizado no DOJ é a parte que bolsas, emitentes e reguladores estaduais vão analisar de perto quando a regulamentação começar.
Perguntas frequentes
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O que faz, na prática, a nova regra ética para cripto assinada por Trump?
Acrescenta um capítulo de ética ao Clarity Act que atribui ao DOJ, e não aos procuradores-gerais estaduais, o papel de principal executor do regime de conformidade do projeto. Uma cláusula separada proíbe funcionários federais de emitirem criptomoedas próprias.
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Porque é controversa a aplicação apenas pelo DOJ?
Os democratas argumentaram durante a elaboração que os procuradores-gerais estaduais deveriam manter um papel paralelo de aplicação. Centralizar a aplicação cripto nos procuradores federais exclui os state AGs, removendo os processos de proteção do consumidor e fraude que estes normalmente apresentam.
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O Clarity Act já é lei?
A linguagem ética era o último obstáculo em aberto. A sua assinatura desbloqueia as disposições mais amplas de estrutura de mercado do Clarity Act, que abrangem classificação de tokens, custódia e regras de negociação.
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A regra proíbe funcionários federais de deterem cripto?
Não. A proibição de emissão impede funcionários federais de emitirem criptomoedas, não de as deterem ou negociarem. É uma barreira contra o lançamento de tokens próprios por funcionários, não uma restrição a investimentos pessoais.
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O que acontece depois da assinatura da regra ética?
Implementação e regulamentação. Bolsas, emitentes e reguladores estaduais vão analisar de perto o modelo de aplicação centralizado no DOJ, já que os procuradores federais raramente priorizam os casos de fraude ao consumidor que os state AGs costumam tratar.
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