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Digital Chamber processa Illinois por imposto cripto

A queixa de 32 páginas defende que os ativos digitais estão a ser tributados pela tecnologia em si, não pela substância económica, e pede a um tribunal estadual que suspenda o imposto antes de entrar em vigor.

A Digital Chamber apresentou na terça-feira uma queixa num tribunal de circuito do Illinois contra o próximo imposto estadual sobre transações cripto, argumentando que os ativos digitais estão a ser selecionados para tributação com base na tecnologia usada para registar e transferir a propriedade, e não em qualquer diferença económica significativa.

Porque é importante

No documento de 32 páginas, a TDC afirmou que não procura tratamento especial para os ativos digitais, mas sim tratamento igual para "bens economicamente idênticos, independentemente da tecnologia através da qual a propriedade é registada, transferida ou liquidada". O enquadramento segue a mesma teoria de tratamento igual que moldou anteriores contestações da Digital Chamber a políticas estaduais sobre ativos digitais, e evita deliberadamente pedir ao tribunal regras favoráveis específicas para o setor.

Impacto no mercado

Se o imposto entrar em vigor no calendário previsto, o custo recairá sobre traders, miners e validators que operam no Illinois, e não sobre emitentes ou exchanges sediadas noutros locais, aumentando a possibilidade de a atividade migrar para jurisdições com regras mais claras. O desfecho do processo será acompanhado de perto por outros estados que ponderam impostos semelhantes baseados em transações, e por firmas de trading e emitentes de ETF cujos fluxos já se concentram num pequeno número de plataformas nos EUA.

Perguntas frequentes

  1. O que pede a Digital Chamber ao tribunal do Illinois?

    A Digital Chamber pede a um tribunal de circuito estadual que bloqueie o próximo imposto do Illinois sobre transações cripto antes de entrar em vigor, argumentando que a medida isola os ativos digitais com base na tecnologia usada para registar e transferir a propriedade, e não em qualquer substância económica.

  2. Em que teoria jurídica assenta o processo?

    A queixa assenta numa teoria de tratamento igual: bens economicamente idênticos devem ser tributados da mesma forma, independentemente da tecnologia subjacente. A TDC enquadrou anteriores contestações a nível estadual da mesma forma e evitou explicitamente pedir exceções especiais para o setor.

  3. Quando entraria em vigor o imposto do Illinois sobre transações cripto?

    A base não indica uma data específica de entrada em vigor. A queixa foi apresentada na terça-feira para contestar o imposto antes de começar a aplicar-se, sugerindo que está previsto para breve, mas a data exata não foi fornecida.

  4. Quem suportaria o custo do imposto se entrar em vigor?

    Se o imposto puder entrar em vigor como previsto, o custo recairá sobre traders, miners e validators que operam no Illinois, e não sobre emitentes ou exchanges sediadas noutros locais, aumentando a possibilidade de a atividade migrar para jurisdições com regras mais claras.

  5. Porque é que este caso importa para além do Illinois?

    O desfecho será acompanhado de perto por outros estados dos EUA que ponderam impostos semelhantes sobre ativos digitais baseados em transações, e por firmas de trading e emitentes de ETF cujos fluxos se concentram num pequeno número de plataformas nos EUA, tornando o processo um caso de referência para a abordagem…

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