O Itaú Unibanco, o maior banco privado do Brasil, formalizou a negociação e a custódia de criptoativos ao abrigo das novas regras do banco central. É o primeiro banco a fazê-lo, segundo a informação fornecida.
Porque é importante
A decisão integra a negociação e a custódia de criptoativos na oferta formal de um grande banco brasileiro, um passo relevante para a adoção institucional no país. As novas regras estabelecem o enquadramento regulamentar dos serviços do Itaú.
Impacto no mercado
O Itaú disponibiliza 15 ativos: BTC, ETH, SOL, XRP, USDC, LINK, LTC, AAVE, AVAX, POL, BCH, UNI, OP, ARB e PAXG. A oferta inclui grandes criptomoedas, a stablecoin USDC e o ativo de ouro tokenizado PAXG, dando aos clientes acesso a uma vasta gama de criptoativos através do banco.
Perguntas frequentes
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Que serviços de criptoativos formalizou o Itaú ao abrigo das novas regras do Brasil?
O Itaú Unibanco formalizou a negociação e a custódia de criptoativos ao abrigo das novas regras do banco central.
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Quantos criptoativos disponibiliza o Itaú?
O banco disponibiliza 15 ativos, incluindo BTC, ETH, SOL, XRP, USDC, LINK, LTC, AAVE, AVAX, POL, BCH, UNI, OP, ARB e PAXG.
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Que stablecoin está incluída na oferta de criptoativos do Itaú?
A USDC é um dos 15 ativos disponibilizados pelo banco.
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A oferta do Itaú inclui um ativo ligado ao ouro?
Sim. A seleção inclui PAXG, um ativo de ouro tokenizado.
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Porque é que a iniciativa do Itaú é relevante para a adoção de criptoativos no Brasil?
O Itaú é o maior banco privado do Brasil e o primeiro banco a formalizar a negociação e a custódia de criptoativos ao abrigo das novas regras do banco central.